
Em 28 de setembro de 2026, o TST divulgou estudo qualitativo do Centro de Pesquisas Judiciárias do TST e do CSJT. A análise detalhada considerou 138 processos ajuizados até dezembro de 2025. O WhatsApp foi citado em 37% deles como meio de assédio eleitoral, enquanto redes sociais apareceram em 14,5%.
Limites dos percentuais
Mensagens digitais e áudios figuraram entre as provas consideradas. A pesquisa também informou que 32,1% de uma amostra quantitativa de 688 processos tinha dois ou mais réus. Esses percentuais descrevem as amostras estudadas e não medem a incidência de assédio na população trabalhadora.
Prevenção em canais corporativos
O estudo reforça a importância de políticas contra pressão política no trabalho, controles em grupos e canais corporativos, treinamento de gestores e preservação adequada de registros. Isso não significa que toda mensagem configure assédio eleitoral.
Como estruturar uma resposta responsável
A Excelência SST pode apoiar treinamentos preventivos, revisão de políticas de conduta e fluxos de recebimento e preservação de relatos, em integração com jurídico e proteção de dados. A atuação deve respeitar contexto, confidencialidade e apuração dos fatos.
Fonte oficial
WhatsApp é citado como meio de assédio eleitoral em 37% das ações na Justiça do Trabalho
Impacto para empresas
O estudo sustenta ação preventiva em políticas, canais e treinamento, mas não transforma toda mensagem em assédio nem cria nova obrigação isolada.
